No dia vinte de abril, realizei uma atividade da Interdisciplina de TIC’s, que exigiu mais uma vez ultrapassar meus limites...
Era preciso fazer uma análise de um software educativo!
Software educativo, com certeza algo bem distante de minha realidade.
Realizei as leituras indicadas pelo professor e a “viajar” pelos links disponíveis no material da interdisciplina.
Foi uma viagem e tanto!
Comecei a ver que quando não temos muito conhecimento do assunto, passamos a não ter noção de fazer uma análise mais criteriosa do material.
No princípio achei tudo muito bom. Era tudo novo!
Após as leituras, vi que precisamos aprender a avaliar os diferentes tipos de softwares, disponíveis no mercado, para que possamos usá-lo dentro de uma proposta pedagógica que valorize o pensamento crítico, a autonomia, onde o aluno possa realmente, construir seu conhecimento. Para isto, nós professores precisamos conhecer bem este instrumento e estar atentos na utilização desses softwares, não usa-los indiscriminadamente, pois isto seria apenas com o objetivo de entretenimento, mas que tenha um foco, que seja utilizado como ferramenta no processo ensino aprendizagem, favorecendo a formação de um indivíduo ativo, capaz de pensar e agir criticamente e que esteja a serviço da construção do seu conhecimento.
Realizar esta atividade foi de fato difícil, pois não tinha conhecimento sobre o assunto. Mas esta atividade teve um papel muito importante, pois se realmente quero me qualificar enquanto professor, tenho que, me atualizar e lançar mão de novas estratégias e ferramentas para diferenciar meu trabalho, e nessa diferenciação o emprego de novas tecnologias se faz indispensável.
Então vamos à luta, e buscar conhecer mais a infinidade de informações acerca de softwares educativos e desenvolver uma visão crítica dos mesmos, para que assim possa utilizá-los de forma adequada.
Era preciso fazer uma análise de um software educativo!
Software educativo, com certeza algo bem distante de minha realidade.
Realizei as leituras indicadas pelo professor e a “viajar” pelos links disponíveis no material da interdisciplina.
Foi uma viagem e tanto!
Comecei a ver que quando não temos muito conhecimento do assunto, passamos a não ter noção de fazer uma análise mais criteriosa do material.
No princípio achei tudo muito bom. Era tudo novo!
Após as leituras, vi que precisamos aprender a avaliar os diferentes tipos de softwares, disponíveis no mercado, para que possamos usá-lo dentro de uma proposta pedagógica que valorize o pensamento crítico, a autonomia, onde o aluno possa realmente, construir seu conhecimento. Para isto, nós professores precisamos conhecer bem este instrumento e estar atentos na utilização desses softwares, não usa-los indiscriminadamente, pois isto seria apenas com o objetivo de entretenimento, mas que tenha um foco, que seja utilizado como ferramenta no processo ensino aprendizagem, favorecendo a formação de um indivíduo ativo, capaz de pensar e agir criticamente e que esteja a serviço da construção do seu conhecimento.
Realizar esta atividade foi de fato difícil, pois não tinha conhecimento sobre o assunto. Mas esta atividade teve um papel muito importante, pois se realmente quero me qualificar enquanto professor, tenho que, me atualizar e lançar mão de novas estratégias e ferramentas para diferenciar meu trabalho, e nessa diferenciação o emprego de novas tecnologias se faz indispensável.
Então vamos à luta, e buscar conhecer mais a infinidade de informações acerca de softwares educativos e desenvolver uma visão crítica dos mesmos, para que assim possa utilizá-los de forma adequada.
Comentários
É sempre um prazer acompanhar as tuas descobertas! Nesta postagem destaco dois pontos que me chamaram a atenção: 1) o fato de usares a expressão "nós professores", que indica a construção desta identidade; e, 2) a forma como registraste o processo de mudança entre a crença e a descoberta, ao avaliar os softwares educativos, deu para "sentir" a mudança das crenças...Continue assim, buscando superar as dificuldades e refletindo sobre estas.
Um carinhoso abraço,
Profa. Nádie